USINA DOS BRITOS-Igaratinga-14/10/2012

Pescaria na Barragem de Três Marias/MG- Setembro/2012

Pescaria nas águas de MG

Morada Nova -MG / 20/02/2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O BARQUINHO

Era uma vez, um menino que gostava muito de brincar na praia. Certa vez, este menino viu na vitrine, um barquinho muito bonito, e todos os dias pedia ao seu papai para comprá-lo.
Mas, o papai era pobre, e naquela ocasião não podia arranjar o dinheiro para comprar o barquinho, e disse ao menino: aqui tem madeira, martelo, pregos e tinta, faça um para você mesmo.
O menino começou a trabalhar, e em pouco tempo terminou o seu brinquedo. Ele pintou o barquinho de azul, vermelho e branco. O barquinho ficou muito bonito.
Logo levou o barquinho para a praia, onde não se cansava de brincar. Mas um dia o menino perdeu o barquinho nas águas e não conseguiu achá-lo.
Passaram algumas semanas, e um dia, quando passeava pela cidade com o papai, o menino viu o seu barquinho na vitrine de uma loja, à venda. Então ele entrou na loja e pediu o seu brinquedo.
Não, menino, este brinquedo é meu, disse o dono da loja.
Mas, é meu, disse o menino, eu o fiz com minhas próprias mãos!
Está bem, pode ser, mas eu comprei o barco, faz poucos dias, de um senhor que ia passando. Desculpe-me, mas só vais levar o barquinho, pagando o seu justo preço.
Então o menino pagou o preço e recebeu o seu precioso barquinho. Ele o abraçou fortemente e disse: Ah, meu barquinho, eu te fiz e te perdi, eu te achei e comprei-te, agora és meu novamente.
Esta história mostra-nos o que JESUS CRISTO fez por todos nós. Ele nos criou e nos perdeu, nos achou e nos comprou com seu precioso sangue, e agora somos dele novamente. Assim somos nós na mão do Sr Jesus (Isaias 52,3-7), fomos comprados de volta, resgatados sem preço algum da nossa parte , apenas custou o sangue de Jesus ..

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A BARCA (Pescador de homens)

Padre Zezinho
Tu te abeiraste na praia
Não buscaste nem sábios, nem ricos
Somente queres que eu te siga....

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu sabes bem que em meu barco
Eu não tenho nem ouro nem espadas
Somente redes e o meu trabalho...

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu minhas mãos solicitas
Meu cansaço, que a outros descansem
Amor que almeja seguir amando..

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu, pescador de outros lagos
Ânsia eterna de almas que esperam
Bondoso amigo, assim me chamas...

Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Junto a Ti, buscarei outro mar
Junto a Ti, buscarei outro mar
Junto a Ti, buscarei outro mar

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A fé remove montanhas

Um jovem que trabalhava no exército era humilhado por ser cristão. Um dia seu superior querendo humilhá-lo na frente do pelotão chamou o soldado e disse: 
-Jovem venha aqui, pegue esta chave, vá até aquele Jipe e estacione ali na frente. 
O jovem disse: 
-Não sei dirigir. 
Então disse o superior, peça ajuda a seu Deus. Mostre que Ele existe. 
O soldado pegou a chave e começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou perfeitamente. Ao sair do Jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e dizendo: 
-Nós queremos teu Deus.
O jovem soldado espantado, perguntou o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do Jipe e mostrou para o jovem que o carro estava sem motor.O jovem então disse: 
-Está vendo senhor! Esse é o Deus que eu sirvo, o Deus do impossivel, o Deus que traz à existência aquilo que não existe.

Autor desconhecido

domingo, 8 de abril de 2012

A PÁSCOA CRISTÃ

A páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo, que de acordo com a Bíblia ocorreu três dias após a sua crucificação. É comum em todas as igrejas cristãs, o domingo ser um dia destinado à comemoração da ressurreição de Cristo, realizada através de Eucaristia, porém o domingo de páscoa é diferenciado dos outros, neste é celebrado o aniversário da ressurreição, a festa da vida.

A festa da páscoa faz referência à última ceia de Jesus com os discípulos, sua prisão, julgamento, condenação, crucificação e ressurreição. A celebração inicia no domingo de Ramos e termina no domingo de páscoa, período compreendido como Semana Santa.

A páscoa é uma das festas mais antigas, e a principal festa do ano litúrgico cristão. Surgiu em Roma no início do segundo século.

A forma de calcular o domingo de páscoa é contando 46 dias a partir da quarta-feira de cinzas. A páscoa cristã acontece antes da quaresma, período que dura 40 dias entre a quarta-feira de cinzas e o domingo de Ramos, que ocorre uma semana antes da Páscoa. A festa dos ramos relembra a entrada de Jesus em Jerusalém, pouco antes de sua morte.

No hemisfério Norte a páscoa é festejada no início da primavera, onde alguns elementos como, por exemplo, o coelho, passaram a fazer parte da festa, por ser um animal com grande poder reprodutor e o primeiro a reaparecer depois do inverno.

Os símbolos pascais presentes atualmente remetem a mensagem da vida. No hemisfério Sul, alguns deles não expressam muito o sentido da páscoa, pois não reproduzem nossa experiência, o que não invalida a simbologia de cada um.

Por Patrícia Lopes Dantas

A PÁSCOA JUDAICA

Segundo a tradição judaica, há mais de quatro mil anos, Abraão – o grande patriarca dos judeus – era um dos habitantes da cidade de Ur. Nessa época, toda aquela região era tomada por religiões politeístas que prestavam rituais e as mais variadas homenagens a uma extensa gama de deuses. Foi nesse tempo que, seguindo ao chamado divino, este lendário patriarca abandonou a sua terra natal em busca de Canaã, a terra prometida aos que seguissem o chamado do único e verdadeiro Deus.

 Atendendo ao chamado do seu Deus, Abraão alcançou a terra de Canaã e por lá fundou os primeiros descendentes do povo judaico. No entanto, um período de grande estiagem e falta de alimentos forçou os judeus a se transferirem para o Egito em busca de melhores condições de vida. Após uma chegada relativamente amistosa, os hebreus acabaram sendo transformados em escravos dos egípcios e, desse modo, estiveram subjugados durante um bom tempo. 

Em tempos de opressão, o governo egípcio ordenou certa vez que toda a população de bebês hebraicos fosse exterminada. Foi nessa época que o jovem Moisés escapou desse terrível decreto ao ser colocado em um cesto que vagueou pelas águas do rio Nilo. Encontrado pela filha do faraó, o jovem acabou sendo criado como um dos súditos da família real. Ao atingir a idade adulta, Deus teria surgido em um arbusto ordenando que ele promovesse a libertação definitiva dos judeus do Egito.

Negando-se a atender ao pedido divino, o faraó foi alertado que sua intransigência seria severamente castigada com o envio de dez pragas que assolariam a população egípcia. Após sofrer com tamanha maldição, o governo egípcio permitiu que os hebreus saíssem daquela terra e voltassem até Canaã. Ao conseguirem tamanha proeza, os judeus determinaram aquela data como uma das mais importantes de seu calendário religioso. 

Conhecida como pessach, a Páscoa Judaica celebra a libertação do Egito e reitera o laço para com o Deus que teria possibilitado a execução daquela memorável vitória. Ao longo do tempo, observamos que essa celebração vai ganhando contornos mais estáveis e se aproximando dos eventos e rituais que hoje marcam tal celebração. Para alguns estudiosos, a celebração de tal evento foi crucial para que a comunidade judaica preservasse seus laços nos mais diferentes lugares em que viveram e ainda vivem.

Na noite de celebração da páscoa, as casas devem estar limpas e arrumadas, e todo um conjunto específico de talheres é utilizado na celebração. Além disso, qualquer tipo de alimento fermentado tem o seu consumo proibido. No dia antes do pessach, a família deve jejuar em homenagem aos primogênitos que não foram atingidos pela última das maldiçoes egípcias. Daí em diante, várias refeições e narrativas são intercaladas como forma de se reforçar o significado da páscoa para os judeus.

Cada um dos alimentos empregados relembra a experiência que os judeus tiveram no tempo em que viveram no Cativeiro do Egito, as dez pragas impostas e os milagres divinos que os retiraram daquele lugar. Em diversas ocasiões, vemos que a participação das crianças reforça o ideal de renovação das tradições e sugere que elas internalizem o significado daquela solenidade. 

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

domingo, 12 de fevereiro de 2012

FURO NO BARCO

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis e começou a pintar o barco com uma cor brilhante, como foi contratado para fazer.
Enquanto pintava, verificou que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu, assim, que havia um vazamento e decidiu consertá - lo.
Quando terminou a pintura, recebeu o pagamento e foi - se embora.
No dia seguinte, o proprietário do barco o procurou e  presenteou - o com uma grande quantia.
O pintor ficou surpreso e disse  :
-- Mas o senhor já me pagou pela pintura do barco!
-- Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe - me contar - lhe o que aconteceu. Quando pedi que pintasse o barco, esqueci - me  de falar do vazamento. Assim que o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei - me que o barco tinha um furo. Imagine o meu alívio e alegria quando os vi retornando para casa sãos e salvos ! Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que você fez ? Você salvou a vida dos meus filhos ! Não tenho dinheiro suficiente para pagar - lhe pela sua " pequena " boa ação !

Medite sobre isso ... Não se limite a fazer apenas o que esperam de você. Não importa para quem, quando e de que maneira. Dê o melhor de si ... Sempre !!!!

Fonte: Revista Rainha dos Apóstolos

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A LIÇÃO DA PESCA

Não há coisa mais frustrante do que um pescador profissional passar a noite toda sem pescar um só peixe. Foi exatamente o que aconteceu com Pedro em Lucas 5. Quando Jesus chegou na manhã seguinte, ele estava indo para casa. Jesus entrou no barco de Pedro e mandou-lhe que remasse para longe da praia. Depois, disse a Pedro que lançasse a rede nas profundezas, a fim de pegar peixes. Jesus não era pescador; Pedro, sim. Jesus deu aqui um conselho pouco provável para um pescador profissional. Não apenas os peixes não estavam "fisgando", mas naquela área peixes costumavam ser pegos no raso e à noite. Mas, ainda que contrariando o bom senso e os anos de experiência, Pedro obedeceu. O resultado foi a matéria-prima para uma grande fritada.

Há três lições nessa expedição pesqueira. 

Primeira: a fé. O que Jesus diz é melhor. Às vezes, Jesus nos pede que façamos coisas que parecem ilógicas. Muitas vezes, o que pensamos ser o melhor impede nossa obediência fiel ao ensinamento de Jesus. Tivesse Pedro seguido a sua sabedoria, jamais teria pegado aqueles peixes. Precisamos depender de Jesus.

Segunda: o medo. Quando Pedro viu os peixes, disse: "Retira-te de mim, porque sou pecador". De repente, Pedro teve consciência de como Jesus era grandioso. E aí se lembrou das próprias fraquezas e de seu pecado. Precisamos chegar ao conhecimento de Deus do mesmo modo que Pedro e humilhar-nos diante dele. O primeiro passo no reino de Deus para cima é aquele que se dá para baixo. Somos todos pecadores desesperadamente carentes da graça de Deus.

Terceira: o ato de seguir. Jesus disse a Pedro que poderia fazer dele um verdadeiro pescador, um pescador de homens. E ele deixou tudo para seguir a Jesus. Seguir a Jesus significa comprometer a nossa vida em relação a ele. Muitos procuram uma experiência religiosa agradável, que lhe atenda às expectativas e lhe anima, em vez de ir em busca de uma vida dedicada ao serviço de Deus. Para ser de Cristo, ele tem que ser a minha vida (Colossenses 3:4).

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A PESCA MILAGROSA

João - cap. 21
João 21:1 Depois disto, tornou Jesus a manifestar-se aos discípulos junto do mar de Tiberíades; e foi assim que ele se manifestou:
João 21:2 estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galiléia, os filhos de Zebedeu e mais dois dos seus discípulos.
João 21:3 Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Disseram-lhe os outros: Também nós vamos contigo. Saíram, e entraram no barco, e, naquela noite, nada apanharam.
João 21:4 Mas, ao clarear da madrugada, estava Jesus na praia; todavia, os discípulos não reconheceram que era ele.
João 21:5 Perguntou-lhes Jesus: Filhos, tendes aí alguma coisa de comer? Responderam-lhe: Não.
João 21:6 Então, lhes disse: Lançai a rede à direita do barco e achareis. Assim fizeram e já não podiam puxar a rede, tão grande era a quantidade de peixes.
João 21:7 Aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: É o Senhor! Simão Pedro, ouvindo que era o Senhor, cingiu-se com sua veste, porque se havia despido, e lançou-se ao mar;
João 21:8 mas os outros discípulos vieram no barquinho puxando a rede com os peixes; porque não estavam distantes da terra senão quase duzentos côvados.
João 21:9 Ao saltarem em terra, viram ali umas brasas e, em cima, peixes; e havia também pão.
João 21:10 Disse-lhes Jesus: Trazei alguns dos peixes que acabastes de apanhar.
21:11 Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a terra, cheia de cento e cinqüenta e três grandes peixes; e, não obstante serem tantos, a rede não se rompeu.

terça-feira, 26 de julho de 2011

JESUS CAMINHA SOBRE AS ÁGUAS (Mateus 14,22-33)

22 Logo em seguida obrigou os seus discípulos a entrar no barco, e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões.
23 Tendo-as despedido, subiu ao monte para orar à parte. Ao anoitecer, estava ali sozinho.
24 Entrementes, o barco já estava a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.
25 Â quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando sobre o mar.
26 Os discípulos, porém, ao vê-lo andando sobre o mar, assustaram-se e disseram: É um fantasma. E gritaram de medo.
27 Jesus, porém, imediatamente lhes falou, dizendo: Tende ânimo; sou eu; não temais.
28 Respondeu-lhe Pedro: Senhor! se és tu, manda-me ir ter contigo sobre as águas.
29 Disse-lhe ele: Vem. Pedro, descendo do barco, e andando sobre as águas, foi ao encontro de Jesus.
30 Mas, sentindo o vento, teve medo; e, começando a submergir, clamou: Senhor, salva-me.
31 Imediatamente estendeu Jesus a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?
32 E logo que subiram para o barco, o vento cessou.
33 Então os que estavam no barco adoraram-no, dizendo: Verdadeiramente tu és Filho de Deus.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

PESCADORES DE HOMENS

E disse Jesus: "Sigam-me e eu os farei pescadores de homens", No mesmo instante eles deixaram as suas redes e o seguiram. Mc 1:17-18

Antes de entender o texto bíblico, somos peixes, porém; quando entendemos, nos transformamos em pescadores.

sábado, 23 de julho de 2011

"LANÇAI AS VOSSAS REDES PARA PESCAR"

Pedro, André, Tiago e João eram pescadores profissionais, ganhando as suas vidas na carreira que aprenderam e praticaram neste mesmo lago. Neste dia em que Jesus chegou para ensiná-los, eles já haviam passado a longa noite anterior numa tentativa frustrada de pesca. Quando Jesus pediu que colocassem as redes na água novamente, Simão Pedro reagiu rapidamente, dizendo, “Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos...” (5:4). Afinal, quem era este carpinteiro para ensinar quatro pescadores como pescar? Ele obviamente não sabia que era melhor pescar de noite, e não de dia! Ele obviamente não sabia que os peixes estavam em outra parte do lago, já que Pedro e os outros profissionais haviam pescado a noite inteira sem sequer encontrá-los nesta região!
Porém, Pedro já conhecia a Jesus. Foi este carpinteiro que Pedro viu expulsar um demônio da sinagoga em Cafarnaum usando apenas a sua palavra (4:36). Depois, foi este mesmo carpinteiro que havia curado a sogra dele e muitas outras pessoas (4:38-41). Por conhecer Jesus e o poder de sua palavra, Pedro se segurou no meio de sua objeção e disse, “sob tua palavra lançarei as redes” (5:5).

sexta-feira, 22 de julho de 2011

"AVANCE PARA ÁGUAS MAIS PROFUNDAS"

Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago; os pescadores haviam desembarcado, e lavavam as redes. Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: ‘Avance para águas mais profundas e lancem as redes para a pesca.’ Simão respondeu: ‘Mestre, tentamos a noite inteira, e não pescamos nada. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes.’ Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes, que as redes se arrebentavam. Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que fossem ajudá-los. Eles foram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem".